Que além de muitas prendas no sapatinho tenham tido a oportunidade de passar esta quadra tão especial com aqueles que mais amam e que mais são importantes na nossa vida. Um momento de família que personifica a paz e a importância que eles transmitem.
Espero sinceramente que tenham tido um Natal melhor que o meu: estive doente e nem pude aproveitar a magia desta época.
Continuo, apesar de tudo, a achar que esta é a quadra mais bonita do ano *-*
Sinopse: A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.
A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.
Opinião: Depois de ter lido o primeiro volume da série (ou melhor, devorado!) não consegui não comprar este segundo volume. Apesar de tudo, estas cinco estrelas são menos iluminadas que as do primeiro. O que faltou neste livro, ou melhor, o que brilhou no outro foi a descrição das facções e o acompanhamento de toda a vivência que cada um deles disponibiliza. Apesar de tudo conseguiu corresponder às expectativas tornando-se por isso digno das cinco estrelas atribuídas.
O clima de harmonia entre facções do Divergente foi quebrado neste livro estando os protagonistas directamente envolvidos na guerra que foi anunciada entre facções. Muitas mortes, angústias e tragédias acompanham este livro. Apesar de tudo o clima de tensão é idealmente transcrito para o papel fazendo o leitor sentir verdadeiramente todas as emoções de Tris. Algumas personagens evoluem de forma a sobreviver na guerra e vemos dureza e força a surgir nas personagens mais inesperadas.
Neste livro consigo gostar ainda mais da Tris. Acho que todos os seus medos e arrependimentos pelo que fez no livro anterior tornam-na numa personagem real e plausível de ser encontrada no mundo real. Todo a sua essência neste livro baseia-se no facto dela ser Divergente, regendo-se tanto pela modéstia e generosidade dos Abnegados como pela coragem e bravura dos Intrépidos. É uma personagem que personifica em tudo uma guerreira porque, apesar de forte, também nos mostra o lado mais fraco e inocente. É capaz de tudo por quem ama e capta-nos a atenção ao ser desta forma tão genuína. O romance com Quatro torna-a menos dura. Este é testado variadas vezes neste livro mas, apesar de tudo, o amor persiste sempre e não há um segundo em que tenha duvidado que ambos se amam infinitamente. Quatro foi um dos meus personagens favoritos do primeiro volume e continuou com o encanto nesta, apesar de Tris ter sido, com certeza, a estrela do livro!
É um livro que nos traz mais revelações sobre este mundo do futuro, tão diferente do que estamos habituados actualmente. São exploradas questões como funcionamento das restantes facções assim como o papel de cada uma na sociedade. Temos resposta a muitas perguntas deixadas pelo primeiro volume, nomeadamente, sobre o envolvimento dos pais de Tris na guerra. Toda a narrativa vai arrastando o leitor de uma maneira intensa e frenética para este novo mundo, fazendo-o sentir-se parte do mesmo, apelando a todas as emoções possíveis desde alegria a dor e tristeza. É um livro que não deve ser livro de ânimo leve por abordar assuntos delicados e chocantes. As reviravoltas são muitas e a autora não tem dó em fazer os seus personagens sofrerem. Entretanto, ela não sofre mas vamos sofrendo nós!
Sem dúvida que o melhor deste livro foi a revelação final! O momento em que nos é revelado finalmente o porquê da existência das facções e que nos é dada a ligeira indicação da importância que Tris pode ter no novo mundo. Não vos quero dar spoiler mas com certeza as últimas páginas do livro deixaram-me aos pulos para ler o terceiro volume! Com certeza a autora soube como deixar os leitores com os cabelos em pé à espera do próximo volume que, já agora, se irá chamar Convergente (não gostei, sinceramente!) e tem data prevista em Portugal para Março de 2014. Se entretanto gostarem de ler em inglês, Allegiant (bem mais bonito!) já está disponível para venda desde Outubro deste ano.
Sem dúvida uma triologia que recomendo a todos, especialmente fãs da triologia Jogos da Fome. Não podem nem devem ser comparadas mas acho que os fãs de uma com certeza não ficaram indiferentes à outra.
Pretty Little Liars tem tantas conversas que são dignas deste dia. Contudo, ao pensar em escolher uma, decidi-me pela que me surgiu logo que pensei numa conversa que tivesse achado engraçada, além de demonstrar o quanto elas se importam uma com a outra. GO GO TEAM SPARIA!
Chegou finalmente o dia de divulgar quem e qual foi o nosso Postal Secreto de Natal. Para quem não sabe esta iniciativa foi criada pelos blogsSonhar de Olhos Abertos e Por Detrás das Palavras e consistiu basicamente no envio de um postal a um blogger que também participasse nesta iniciativa, sendo o envio secreto até à recepção do dito cujo postal.
Recebi um postal da querida Neuza do blogue Mil Folhas.
Além do postal ser muito fofo e de ter adorado a mensagem que ela me mandou, adorei o facto dela me presentear com marcadores (que eu A-DO-RO!). Tenho pena de não me ter lembrado de mandar também para a Elizabete.
Obrigada pelo bonito postal, Neuza *-*
Um Feliz Natal para ti, cheio de prendinhas e felicidade!
Silvana e Catarina, obrigada por fazerem iniciativas dessas eeeeee.....para o ano queremos mais =D
Taylor Alison Swift nasceu em Reading, Pensilvânia a 13 de dezembro de 1989) sendo actualmente cantora, compositora, instrumentista, produtora musical e actriz.
Em Novembro de 2006 foi lançado o seu álbum de estreia TaylorSwift e este vendeu cinco milhões de cópias nos Estados Unidos, onde foi certificado cinco vezes platina. Em 11 de novembro de 2008, ela lançou seu segundo álbum, Fearless, que ficou em primeiro lugar na Billboard 200 durante onze semanas não consecutivas e foi o disco mais vendido nos Estados Unidos em 2009, tendo vendido um total de sete milhões de cópias, sendo seis milhões delas nos Estados Unidos e actualmente está na lista de recordistas de vendas de discos da história do país. A cantora lançou ainda mais dois albúns: Speak Now em 2010 e Red em 2012.
Teardrops on My Guitar - Taylor Swift (2006)
Love Story - Fearless (2008)
You Belong With Me - Fearless (2008)
Mine - Speak Now (2010)
Back to December - Speak Now (2010)
I Knew You Were Trouble - Red (2012)
We Are Never Ever Getting Back Together - Red (2012)
22 - Red (2012)
Além da carreira musical, em 2010, Taylor estreou-se como actriz no filme chamado Valentine's Day, que conta a história de vários casais que terminam e voltam a namorar nas vésperas do Dia dos Namorados. Taylor é a aluna-atleta da escola Henderson e a líder de torcida engraçada, chamada Felicia, par romântico de Willy, interpretado por Taylor Lautner. Taylor Swift atuou com Emma Roberts e Taylor Lautner, que no filme é seu namorado, além de artistas consagrados como Julia Roberts, Jessica Alba, Ashton Kutcher e Anne Hathaway.
Swift escreveu uma música para a banda sonora do filme The Hunger Games. Foram gravadas duas músicas: a primeira, "Safe & Sound", foi um single promocional que contou com a participação da dupla norte-americana The Civil Wars; e a segunda, "Eyes Open", teve seu lançamento como single em 27 de março de 2012. O videoclipe da primeira conta com cenas da dupla The Civil Wars dentro de uma casa, cantando e tocando num cenário rústico. Já Taylor aprofunda a história, interpretando a personagem Madge, retratada somente nos livros. Taylor é vista usando uma camisola, sem maquiagem alguma, caminhando em pedras e entre as águas de um riacho, sentando sobre túmulos e visitando uma casa abandonada, onde acha o logo do Distrito 12, ao qual sua personagem e os protagonistas pertencem.
Safe and Sound
Eyes Open
Taylor também contribuiu com o novo álbum do rapper B.o.B, Strange Clouds, num dueto na música Both of Us.
Ao longo de toda a sua carreira Taylor já ganhou vários prémios como Revelação do Ano e Artista do ano, além de ter sido premiada por várias música e vídeos.
O que é que vocês têm a dizer sobre a evolução desta cantora country? (:
Inicialmente achei a resposta óbvia mas depois ainda fiquei com alguma dúvidas. No final, achei que a primeira opção era a mais correcta então, cá vai!
ALISON DILAURENTIS
Quem mais badass do que a Liar principal que fingiu a própria morte para poder escapara a quem quer que a esteja a perseguir. Coleccionando segredos de forma a proteger-se esta personagem consegue ao mesmo tempo ser badass e insegura. Apesar de tudo o que ela fez sofrer e no fundo sofreu acho que ela se enquadra bem nesta categoria. Alison é com certeza a definição de badass.
Normalmente os casais desta rubrica são literários mas decidi estende-la para abrangir também série e filmes. Para quem não sabe, este casal é protagonista da série Glee.
Actualmente na quinta temporada, com a morte de Cory Monteith o casal ficou desfeito e nunca chegará a ter o seu final feliz. Apesar disso também o casal como Cory permaneceram para sempre no coração de todos os fãs.
Este casal começou na primeira temporada quando, ao se juntarem ambos ao Glee Club, New Directions, imediatamente sentiram química. Apesar de Finn namorar Quinn na altura a atracção falou mais alto e ambos acabaram por se beijar. O problema surgiu quando Quinn engravidou, deixando em Finn a obrigação de continuar com ela, desistindo assim do seu amor por Rachel. Quando se descobre que Quinn afinal está grávida não que Finn mas de Puck o casal finalmente vê uma réstia de esperança na sua relação. Passaram bastantes momentos juntos durante estas cinco temporadas. Tiveram altos e baixos e pessoas a intrometer-se nos seus relacionamentos, especialmente Jessie e Quinn. Foram namorados e terminaram várias vezes. Apesar de tudo continuaram a amar-se em todos os momentos, sem nunca fraquejar. Quando na terceira temporada Finn a pede em casamento, Rachel tem dúvidas mas apenas porque quer seguir o seu sonho em Broadway e não quer obrigar o Finn a desistir do seus próprios sonhos para alcançar os dela. A maior prova de amor, para mim, que Finn deu a Rachel foi incentivá-la a ir para Nova Iorque e lutar pelo seu sonho de entrar em NYADA. A relação deles arrefece um pouco na quarta temporada especialmente quando Rachel se envolve com Brody e Finn pensa ter uma crush por Emma. Tudo acaba por ser mais uma peripécia na sua relação e, em alguns momentos temos a certeza que eles se amam e vão ficar juntos.
O episódio de tributo a Cory, com a morte do Finn foi o episódio mais triste de todos os tempos para mim. Chorei o episódio todo e as partes da Rachel foram simplesmente incrivelmente dolorosas. Acho que foi notável a força dela e ao mesmo tempo a dor de perder o que será para sempre o amor da vida dela. Foi um final triste para o casal mas inevitável. RIP Cory.
Além disso, num dos episódio seguintes vemos que Rachel tatuou o nome de Finn. Um gesto que mostra que, para ela, o amor deles é e será sempre eterno.
São um casal que nos ensina que o amor pode ser eterno, mesmo estando duas pessoas separada pela distância.
Na série Lea Michele interpreta Rachel Berry e Cory Monteith interpretava Finn Hudson.
Nota: Todos os vídeos e imagens apresentados são autoria de outros. Eu apenas os utilizei.