15/10/13

The Lying Game [Revisão]

The Lying Game
Gênero: Drama/Suspense
Cast: Alexandra Chando, Andy Buckley, Allie Gonino, Alice Greczyn, Blair Redford, Helen Slater, Adrian Pasdar, Christian Alexander, Tyler Christopher e Charisma Carpenter
Ano de Lançamento: 2011-2013
Temporadas: 2
Episódios: 30
Estado: Cancelada
Estrelas IMDB: 6,6/10

Sinopse: The Lying Game é a nova aposta da ABC Family. A série é baseada nos livros de Sarah Shepard e terá a sua estreia marcada para daqui a pouco mais de uma semana. A série segue a vida de Emma uma garota que vive no orfanato e que descobre que tem uma irmã gémea, Sutton. Ao contrário de Emma, Sutton foi adoptada por um família com boas posses e parece estar a viver uma vida de sonho. Mas Sutton quer saber a verdade e para isso terá de se ausentar pedindo a Emma que assuma a sua identidade. Mas no dia e local marcados para a troca Sutton acaba por não aparecer. Emma terá agora de decidir se continua a viver a vida da irmã e tenta descobrir toda a verdade ou se revela a sua verdadeira identidade.

Vídeo Promocional:

Opinião:
Comecei a ver esta série maioritariamente por ser dos mesmos produtores de Pretty Little Liars, a minha série favorita do momento. Além disso, toda a história sobre duas gémeas que se reencontram e Sutton a pedir a Emma que fique no lugar dela? Achei que seria uma série engraçada de seguir. Mas acreditem que esta série de engraçado não tem nada. A partir do primeiro episódio suave com o reencontro e de novo separação das gémeas, vão surgindo mistérios e consequências aliadas ao facto delas estarem a tentar descobrir quem são os seus país biológicos. O primeiro acontecimento é a situação de quase morte que Sutton sofre que me levou por um instante de segundo a pensar que ela tinha realmente morrido. Depois temos a morte de mais duas personagens que, até ao último episódio vão apontar para quem menos queremos, tal como Emma, mas no último episódio temos revelações surpreendente! Sim, a série foi cancelada, mas era necessário deixar o final ser assim? Acho que nós fãs ficamos com mais questões do que as que tínhamos antes de ver o episódio. E eu pessoalmente achava que me iam dar algumas respostas no mesmo, apesar de já estar habituada ao trabalho dos criadores de Pretty Little Liars. Não gostei e adorava que não a tivessem cancelado porque era uma série cheia de mistérios por desvendar e aposto que ainda havia muito para escrever na história destas duas gémeas.

Tal como uma  série dirigida a um público mais adolescente, esta está repleta de romance, contudo, estes momentos irritaram-me por vezes. Primeiro porque o Ethan era namorado da Sutton e de repente, quando a Emma tomou o seu lugar, apaixona-se por ela. Até aí tudo bem! O problema é quando ele volta para a Sutton e a Emma começa a namorar com o Thayer (com quem Sutton já tinha tido uma micro relação e que estava claramente apaixonado por Sutton). Em algum momento da série, voltam as dúvidas para Emma quando Ethan lhe diz que sempre foi apaixonado por ela. Mas vocês não se decidem? Tudo bem que elas são iguais mas não acho que havia necessidade de andar a saltar de uma para a outra. Pessoalmente gosto mais do Ethan do que do Thayer com a Emma mas podiam ter facilitado a vida dos fãs e deixado tudo como estava. Apesar de tudo eu entendo, a série é drama mas acho que com todo o restante trama não eram precisos dramas românticos.

A série introduziu-me novos actores, tais como Alexandra Chando que eu penso ter feito um óptimo trabalho a personificar as gémeas. Acho que sempre foi notório qual era qual, quer pelo tom de voz, quer pelas expressões diferentes que ela atribuiu a Sutton e a Emma. Acho que ela fez uma grande papel e tenho pena que possivelmente não lhe tenha sido reconhecido isso. Outra actriz que eu gostei muito pelo seu papel foi a Allie Gonino, ao interpretar a irmã mais nova da Sutton. Adorei o balanço entre as duas e acho que tinham uma química perfeita para ambos os papeís. A personagem de Allie, Laurel, foi importante para o desenvolvimento de Sutton e de Emma.

Caras conhecidas tive o Blair que já conhecia de 90210, onde não gostava da personagem dele, mas era suposto. A Alice que eu já tinha visto fazer uma participação especial em Make it or Break it. O Adrian que conhecia da série Heroes onde ele era uma das personagem principais e a Charisma que será a eterna Cordelia de Buffy, The Vampire Slayer.

Foi uma série que gostei de ver e sinceramente fiquei triste por ter sido cancelada já que tinha grande potencial. Se gostam de mistério devem aventurar-se por esta série, contudo não esperem um final cheio de respostas porque tal não acontece, bem pelo contrário. Acho que é suposto cada fã interpretar o último episódio e molda-lo do modo que gostar mais. Acreditem que esta série me deu que pensar. Gostei! 7/10

13/10/13

Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos

Título Original: The Mortal Instruments: City of Bones
Realizador: Harald Zwart 
Actores: Lena Headey, Jonathan Rhys Meyers, Lily Collins, Jamie Campbell Bower, Aidan Turner, Kevin Zegers 
Distribuidora: ZON Audiovisuais
País: EUA/ Alemanha
Ano: 2013
Género: Ação/ Aventura
Classe Etária: M12
Duração (minutos): 130

Este filme estreou a 22 de Agosto de 2013.

A ação de Os Instrumentos Mortais Cidade dos Ossos decorre na Nova Iorque contemporânea, onde Clary Fray, uma adolescente aparentemente normal, descobre que é descendente de uma linhagem de caça demónios, os Caçadores de Sombras, um grupo secreto de jovens guerreiros semi-anjos, envolvidos numa antiga batalha para proteger o nosso mundo dos demónios. Após o desaparecimento da sua mãe, Clary é forçada a unir-se a um grupo de Caçadores de Sombras, que lhe apresentam uma Nova Iorque perigosa e alternativa chamada Mundo-à-Parte, repleta de demónios, feiticeiros, vampiros, lobisomens e outras criaturas mortíferas. Inspirado no primeiro livro de Cassandra Clare, da saga best-seller de fantasia para jovens adultos “Instrumentos Mortais”, que atingiu o Nº 1 da lista do New York Times, editada por Simon & Schuster/Margaret K. McElderry Books.

TRAILER:

OPINIÃO:
Tenho estado ansiosa por ver este filme desde que li o livro no ano passado. Infelizmente para mim não o conseguir ir ver ao cinema e a espera para o ver já se estava a tornar cruel. Contudo, esta semana consegui dedicar o tempo suficiente para o ver e devo dizer-vos que não fiquei desapontada. O filme em si tem muitas diferenças do livro, tem! Faltaram muitos momentos, talvez até alguns que eu desejasse profundamente que lá estivessem mas no fundo eu já estava preparada para tal, não tendo ficado triste nem desapontada com o filme.

Primeiro de tudo tenho que falar dos actores. Eu simplesmente adorei os três protagonistas no filme. Foram exactamente como eu os imaginava. Lily Collins como Clary ficou perfeita, com a sua delicadeza mas no fundo força, levou-nos a compreender melhor a Clary e as suas razões para lutar e querer continuar a descobrir este mundo novo. Robert Sheehan como Simon ficou perfeito. Eu tinha um pouco de receio que eles arruinassem a personagem do Simon, de quem eu tanto gosto mas este actor personificou de maneira maravilhosa o nosso pequeno comediante! Adorei que colocaram exactamente falas dele do livro, tornou-o mais real. Por fim, no nosso trio, temos Jamie Campbell Bower que, acreditem, não poderia ter feito um melhor papel como Jace. Foi simplesmente a escolha certa e acho que todas as fãs de Jace estarão satisfeitas com a prestação do Jamie no filme. Gostei também de Jemima e Kevin como Isabella e Alec apesar de eles não terem tido grande protagonismo no filme, ao contrário de no livro. Jonathan Rhys Meyers trouxe uma dureza e frieza ao Valentine que era exactamente o que ele precisava de personificar no filme. Gostei, apesar de ter estranhado a escolha dele ao início, fiquei convertida.

Outro aspecto que esta de parabéns é a caracterização, quer de cenários, quer de personagens. Todos os cenários do filme foram encantadores, desde o Pandemonium até ao Instituto. Achei que eles conferiam um aspecto mágico ao filme, fazendo-nos mergulhar neste novo mundo que vai surgindo quer para nós, quer para Clary e Simon.

Da história....eu adoro o livro e todo o mundo que é criado por estes livros. Apesar de com criaturas que já ouvimos falar, este livros dão um toque diferente a esse mundo, criando algo extraordinário. Felizmente o filme consegue transmitir isso. Desde o momento em que Clary e Simon têm o contacto com este mundo diferente que nós, espectadores, somos também transportados para o mundo de Cidade dos Ossos. A história é rica em pormenores que não vou revelar porque senão perderia toda a piada. Repleta de acção e com uma pitada de romance, é com certeza um filme que vai encantar os amantes de fantasia. Acreditem que é uma história que acho que vale a pena ver.

Apesar de saber que iriam mudar muitas coisas, houve partes que não gostei. Nomeadamente eles revelarem uma informação que só se tem a certeza no terceiro livro da série a meio do filme. Não gostei que a acção final tivesse sido toda concentrada no Instituto apesar de eu saber que isso tornou tudo mais prático para os nossos personagens. Senti falta da transformação de Simon num rato. Foi um dos momentos mais hilariantes do livro e foi simplesmente substituído por um rapto. A sério? No me gusta! E eles a mostrarem que o Simon foi mordido? Isso só acontece no segundo livro! Tal como a criação de runas pela parte da Clary que também só é referenciada no segundo livro. Será que isto quer dizer que eles não vão dar continuidade às adaptações cinematográficas? Sinto pena mas acho que é mesmo isso que isto significa.

Não deixem, contudo, de ler o livro. Porque nenhuma adaptação cinematográfica irá alguma vez ser tão intensa e especial como o livro! Então, peguem neste livro, leiam e depois vão ver o filme, tal como eu fiz. É muito melhor ver o filme pensando como este personifica o livro do que como simplesmente um filme. Dá-lhe um toque mágico e especial. É um filme interessante, cheio de acção e romance que com certeza a maioria dos fãs de filmes como Jogos da Fome, Harry Potter ou Percy Jackson vão gostar.


11/10/13

Novidade Porto Editora

Título: Encantamentos 
Autor: Kathryn Harrison 
Tradutor: J. Teixeira de Aguilar 
Págs.: 352 
PVP: 16,60 € 

A história da filha de Rasputine 
Encantamentos, de Kathryn Harrison, é baseado em factos reais 
A 18 de outubro, a Porto Editora publica Encantamentos, da  americana Kathryn Harrison, um livro sobre a vida da filha de  Rasputine, inspirado em factos reais e agraciado pela crítica.  Recomendado por escritores como Peter Carey e Jennifer Egan, Encantamentos é um romance histórico que conduz o leitor aos tempos tumultuosos da Rússia pré-revolucionária até à queda do czar e da dinastia dos Romanov. De acordo com o New York Times Book Review, Encantamentos é «um livro esplêndido e surpreendente. Kathryn Harrison deu-nos uma personagem perene: a última figura romântica da era dos Romanov, uma rapariga domadora de circo, que em tempos conheceu intimamente um império moribundo». 
 
SINOPSE 
No primeiro dia de 1917, ano de todas as mudanças na Rússia, o  corpo de Rasputine é resgatado das águas geladas do Neva, em São Petersburgo. Horas mais tarde, as duas filhas do Monge Louco são levadas para o palácio e acolhidas pela família imperial, pois a czarina espera que Masha, a mais velha, consiga salvar o filho Alyosha, o enfermiço herdeiro do trono. Masha não tem o misticismo magnético do pai, mas descobre o dom encantatório das suas histórias. E é com elas que, sempre entre a vida e a morte, os dois adolescentes conhecerão o amor e um país imenso, a Rússia, que Alyosha nunca chegará a governar. Inspirando-se na vida aventureira da filha de Rasputine, Xerazade russa que viria a ser domadora de leões na América, Kathryn Harrison retrata uma era em que a História se impacienta e o mundo mudaria, com a Revolução Bolchevique e o fim da lendária dinastia dos Romanov. 

Dia 23: 30 Day OUAT Challenge

Objecto que gostarias de adquirir do cenário?

O Chapéu
Basicamente porque permite viajar entre mundos e acho que seria uma experiência divertida conhecer vários mundos diferentes.

O livro 
Só mais pelo significado que tem para a história já que ele não faz nada de mágico.

E o vosso preferido, qual seria?

A Minha Biblioteca: Setembro

O mês de Setembro foi um mês em que me contive nas compras tendo no final das contas apenas adquirido um novo residente para a minha pequena (mas grande) biblioteca. Felizmente foi um livro que ansiava por comprar (e que estou a ler actualmente), portanto foi uma boa aposta, com certeza. Sem mais demoras, o novo residente é: 

Insurgente de Veronica Roth (Porto Editora) A ler

A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.
A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.

Já leram? Que acham? (:

09/10/13

Opinião ''Saga da Humanoinsurreição'' de Lúcia Vaz Gomes

Saga da Humanoinsurreição - A Metamorfose de Lucy e o Fruto Proíbido
Autor: Lúcia Vaz Gomes
Editora: Chiado Editora
Rating no Goodreads (Geral):  2,00 estrelas
Meu Rating no Goodreads: 2 estrelas

Sinopse: A SAGA DA HUMANOINSURREIÇÃO é uma história de ficção científica sobre a invasão do planeta terrestre corrompido e decadente com uma reviravolta surpreendente: a protagonista humana torna-se a chave para a salvação da raça dos seres invasores. Ao se aperceber que a resposta para todo o mistério do ataque dos alienígenas reside na sua própria existência, soma-se à luta pela sobrevivência humana um perigo acrescido temperado com muito suspense.
Agora, o futuro do planeta terrestre e dos seus nativos depende de uma longa e árdua luta e Lucy não só terá de enfrentar os seus demónios interiores como também se lhe irá impor a difícil tarefa de decifrar os segredos ancestrais dos invasores.

O resultado é uma leitura de tirar o fôlego numa aventura repleta de desafio, raiva, angústia e incerteza onde a ansiedade assombra cada momento e os laços humanos assumem um lugar de destaque.

Opinião: Para começar eu nunca fui grande fã de ficção cientifica em livros, apesar de ter pedido este livro à editora para revisão crítica. O livro começou por ser estranho e difícil de percepcionar por ser uma realidade tão alternativa à qual estou habituada. Tudo sobre a invasão e o rapto dos humanos me parecia estranho. Ainda mais as experiências que eles andavam a fazer com as mulheres e que, consequentemente, as acabavam por matar. A única sobrevivente, apesar de muito debilitada foi Lucy, a nossa protagonista. Desde o momento em que aparece uma árvore falante que oferece um fruto que curará Lucy que o livro se tornou ainda mais estranho. A nossa Lucy ganha características especiais tais como asas que a tornam a possível salvadora do mundo. A história vai basicamente desenvolvendo-se com uma série de acontecimentos nos quais Lucy tem grande importância sendo o objectivo da missão preservar a vida humana e destruir os invasores, de novo a reinar a paz.

Não foi um livro que me tivesse cativado muito, talvez por ser mais fã de romance. Todas as invenções da autora me pareceram tanto quanto irreais o que me levou a questionar muito o livro. Não digo que não seja do agrado de quem adora ficção científica mas para mim foi, basicamente, estranho. Gostei do romance que foi introduzido no livro e na verdade fez-me lembrar um casal de outro livro: Saba e Jack de ''Estrada Vermelha, Estrada de Sangue'' (mais sobre ele aqui), talvez por se situar num universo apocalíptico, não sei! A verdade é que me fez lembrar ligeiramente! A Lucy em si, com o toque de guerreira é também parecida com Saba.

O livro em termos de escrita está bem conseguido, sendo relativamente fácil de ler e não cansando o leitor. Com muita pena minha não faz o meu gênero e por isso dei-lhe a classificação que dei. Mas acredito que quem goste de ler sobre ficção científica com certeza vai achar este livro interessante em vários sentidos...

07/10/13

Um ano!

Há um ano uma menina que gostava de ler teve a brilhante ideia de fazer um blog. Desde esse dia este pequeno cantinho evoluiu como eu nunca poderia imaginar que evoluiria. Obrigada a todos os que contribuíram para que a vontade de publicar não se desvanecesse. Obrigada por todas as visitas e por todos os comentários. Obrigada pelo carinho e pelo companheirismo de todos os meus seguidores. Espero que este ano se transforme em muitos mais porque acreditem que o Visão Periférica veio para ficar. Confesso que quando comecei o blog tive medo de, como tantos outros projectos que já tentei iniciar, perder o interesse! Felizmente tal não aconteceu e cá estou eu a festejar o primeiro aniversário do ainda bebé Visão Periférica! (:



Para comemorar desafio aos meus seguidores a responderem-me a três perguntas:

O que mais gostaram no blog?

O que acham que faltou?

O que menos gostaram?

Estou tão orgulhosa que nem sei que vais vos diga *-* 
Adoro-vos e espero que continuem a fazer-me uma blogger feliz! 

Juliana *