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04/01/15

Big Hero 6

Nome: Big Hero 
Gênero: Animação | Acção | Comédia
Realização: Don Hall, Chris Williams
Elenco: Ryan Potter, Scott Adsit, Jamie Chung 
Argumentação: Jordan Roberts, Daniel Gerson, Robert L. Baird
Produção: Roy Conli, John Lasseter, Kristina Reed, Brad Simonsen
Disney | 2014

Com toda a emoção e humor que o público espera dos Walt Disney Animation Studios, “Big Hero 6 – Os Novos Heróis” é uma comédia de aventura repleta de ação sobre o prodígio da robótica Hiro Hamada, que aprende a tirar partido do seu génio – graças ao seu brilhante irmão Tadashi e aos seus amigos: o viciado em adrenalina Go GoTamago, o obcecado pela organização Wasabi No-Ginger, o génio da química Honey Lemon e o fanático Fred.
Quando uma inesperada mudança de acontecimentos os catapulta para o centro de uma trama perigosa que se desenrola nas ruas de San Fransokyo, Hiro torna-se, para o seu companheiro mais próximo, um robot chamado Baymax e transforma o grupo em heróis de alta tecnologia, determinados a resolver o mistério.
TRAILER:
OPINIÃO:
Para quem não sabe eu sou daquelas pessoas que apesar de já ter idade para ter crescido adora os filmes da Disney. Este não foi excepção. Fui vê-lo ao cinema com a família e posso dizer que foi uma óptima experiência. 
O filme começa de uma maneira simples, mostrando-nos os dois irmãos, o traquina Hiro e o cientista Tadashi. Eles vivem com a tia já que os seus pais morreram algures quando Hiro era pequeno. Apesar de ser genial como o irmão, Hiro ainda é uma criança e aposta a sua inteligência em coisas não tão legais como gostaria o seu irmão. Só quando Hiro vê o mundo em que Tadashi passa o dia a dia com todos os cientistas "malucos" e as suas invenções fantásticas é que ele percebe que realmente é ali que ele pertence. É neste momento que conhecemos Baymax, um robot cuidador que será uma personagem importantíssima durante todo o filme.
A partir daí e não querendo fazer muitos spoilers acontecem peripécias que levam Hiro a entrar em tristeza absoluta até se revoltar com sede de vingança. Digamos que Baymax e os amigos de Tadashi serão um grande suporte para o Hiro na sua demanda para conseguir encontrar a felicidade. Como o Baymax passa a vida a dizer "para o Hiro ficar bem". O final deixou uma sensação de querer mais e por isso...quero o Big Hero 6 2!!
Pessoalmente como geek gostei do filme com todo o seu carácter inovador e cientifico. Fiquei encantada com o Baymax e quero ter um só para mim. Acho que o filme, especialmente para as crianças, tem um carácter educativo e mostra que muitas vezes as circunstâncias da vida fazem as pessoas agirem de maneira errada mas que nunca é tarde para remediar isso. Um filme de animação que me fez partir a rir em alguns momentos e ficar com a lágrima no canto do olho em outros. Muito bem conseguido quer pela Disney quer pela equipa de dobragens portuguesa. Nota 5!

08/11/13

The First Time

Nome Original: The First Time
Gênero: Comédia | Drama | Romance
Direção: Jon Kasdan
Produtores: Liz Glotzer e Martin Shafer
Actores: Dylan O'Brien, Britt Roberston, Victoria Justice, Christine Taylor, Craig Roberts
Lançamento: 2012
Duração: 95 Min.

Dois estudantes do ensino médio encontram-se numa festa. Ao longo de um fim de semana, as coisas ficam mágicas, românticas, complicadas e engraçadas, e eles descobrem como é apaixonar-se pela primeira vez.

TRAILER:

OPINIÃO:
Confesso que este foi um daqueles filmes que eu vi mais pelos actores que protagonizavam do que por me ter interessado pela história à primeira vista. Como fã de Dylan, Britt e Victoria tinha que dar uma oportunidade ao filme. Tenho que admitir que o filme me surpreendeu pela positiva apesar de ter uma história bastante simples, na verdade!

Antes de mais tenho que referir a química inexplicável entre Dylan e Britt. Acho que se fossem qualquer outros a protagonizar Dave e Aubrey o filme não seria tão mágico. Eles dão vida aos dois personagem de uma forma única, além de se soltarem faíscas apenas com um olhar de um para o outro. Era visível que ambos se entenderam muito bem e estão de parabéns por ter construído esta história de forma a torná-la tão genuína.

O filme inicia-se com dois adolescentes a conhecerem-se numa festa. Mas, ao contrário do que seria de esperar, eles conhecem-se do lado de fora da festa enquanto Dave treina a declaração que quer fazer à sua melhor amiga, por quem está apaixonado e Aubrey, uma rapariga especial, muito mais que de nome, simplesmente não aguenta o ambiente fútil de festas onde os adolescentes têm uma necessidade que ela não entende se envolverem uns com os outros. Desde imediato é notório que ambos são bastante diferentes da maioria dos adolescentes. E que estes conectam um com o outro de maneira especial. O filme vai-se desenrolando com o desenvolver da relação dos dois com as dificuldades característica da idade. É uma história bastante simples mas que me tocou no coração pela simplicidade e pela naturalidade com que a relação deles evoluiu durante um fim de semana. Acho que a história está bem construída e faz pensar em alguns pontos da vida.

Por exemplo, Aubrey aborda a temática do facebook. Como hoje em dia toda a gente partilha a vida lá e simplesmente existe futilidade nas relações, derivado da evolução tecnológica que vai existindo. As relações e o sexo são assuntos que se foram tornando-se desvalorizadas por esta evolução. Não concordo com tudo o que é dito mas acho que a personagem da Aubrey fez realmente um boa abordagem. Como ela referir que não queria conhecer o amor numa rede social mas sim num bar, como antigamente, faz pensar que actualmente as relações começam de um forma bem mais fria do que antigamente. 

Apesar do carácter adolescente do filme acho que é interessante de se ver. Quando não seja porque tem uma história de amor realmente queria que com certeza todos gostariam de ter vivido na sua adolescência. Para quem gosta de filmes românticos mas com uma pitada de cultura e informação, acho que este seria um bom filme para verem. Não digo que tenha muita cultura e conhecimento mas um final feliz vale sempre a pena ver.

Gostei e possivelmente voltarei a vê-lo em algum dia em que esteja mais em baixo e precise de ânimo. Um casal fofinho destes anima com certeza qualquer pessoa! 


Vídeo contém spoiler para quem quer ver o filme

13/10/13

Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos

Título Original: The Mortal Instruments: City of Bones
Realizador: Harald Zwart 
Actores: Lena Headey, Jonathan Rhys Meyers, Lily Collins, Jamie Campbell Bower, Aidan Turner, Kevin Zegers 
Distribuidora: ZON Audiovisuais
País: EUA/ Alemanha
Ano: 2013
Género: Ação/ Aventura
Classe Etária: M12
Duração (minutos): 130

Este filme estreou a 22 de Agosto de 2013.

A ação de Os Instrumentos Mortais Cidade dos Ossos decorre na Nova Iorque contemporânea, onde Clary Fray, uma adolescente aparentemente normal, descobre que é descendente de uma linhagem de caça demónios, os Caçadores de Sombras, um grupo secreto de jovens guerreiros semi-anjos, envolvidos numa antiga batalha para proteger o nosso mundo dos demónios. Após o desaparecimento da sua mãe, Clary é forçada a unir-se a um grupo de Caçadores de Sombras, que lhe apresentam uma Nova Iorque perigosa e alternativa chamada Mundo-à-Parte, repleta de demónios, feiticeiros, vampiros, lobisomens e outras criaturas mortíferas. Inspirado no primeiro livro de Cassandra Clare, da saga best-seller de fantasia para jovens adultos “Instrumentos Mortais”, que atingiu o Nº 1 da lista do New York Times, editada por Simon & Schuster/Margaret K. McElderry Books.

TRAILER:

OPINIÃO:
Tenho estado ansiosa por ver este filme desde que li o livro no ano passado. Infelizmente para mim não o conseguir ir ver ao cinema e a espera para o ver já se estava a tornar cruel. Contudo, esta semana consegui dedicar o tempo suficiente para o ver e devo dizer-vos que não fiquei desapontada. O filme em si tem muitas diferenças do livro, tem! Faltaram muitos momentos, talvez até alguns que eu desejasse profundamente que lá estivessem mas no fundo eu já estava preparada para tal, não tendo ficado triste nem desapontada com o filme.

Primeiro de tudo tenho que falar dos actores. Eu simplesmente adorei os três protagonistas no filme. Foram exactamente como eu os imaginava. Lily Collins como Clary ficou perfeita, com a sua delicadeza mas no fundo força, levou-nos a compreender melhor a Clary e as suas razões para lutar e querer continuar a descobrir este mundo novo. Robert Sheehan como Simon ficou perfeito. Eu tinha um pouco de receio que eles arruinassem a personagem do Simon, de quem eu tanto gosto mas este actor personificou de maneira maravilhosa o nosso pequeno comediante! Adorei que colocaram exactamente falas dele do livro, tornou-o mais real. Por fim, no nosso trio, temos Jamie Campbell Bower que, acreditem, não poderia ter feito um melhor papel como Jace. Foi simplesmente a escolha certa e acho que todas as fãs de Jace estarão satisfeitas com a prestação do Jamie no filme. Gostei também de Jemima e Kevin como Isabella e Alec apesar de eles não terem tido grande protagonismo no filme, ao contrário de no livro. Jonathan Rhys Meyers trouxe uma dureza e frieza ao Valentine que era exactamente o que ele precisava de personificar no filme. Gostei, apesar de ter estranhado a escolha dele ao início, fiquei convertida.

Outro aspecto que esta de parabéns é a caracterização, quer de cenários, quer de personagens. Todos os cenários do filme foram encantadores, desde o Pandemonium até ao Instituto. Achei que eles conferiam um aspecto mágico ao filme, fazendo-nos mergulhar neste novo mundo que vai surgindo quer para nós, quer para Clary e Simon.

Da história....eu adoro o livro e todo o mundo que é criado por estes livros. Apesar de com criaturas que já ouvimos falar, este livros dão um toque diferente a esse mundo, criando algo extraordinário. Felizmente o filme consegue transmitir isso. Desde o momento em que Clary e Simon têm o contacto com este mundo diferente que nós, espectadores, somos também transportados para o mundo de Cidade dos Ossos. A história é rica em pormenores que não vou revelar porque senão perderia toda a piada. Repleta de acção e com uma pitada de romance, é com certeza um filme que vai encantar os amantes de fantasia. Acreditem que é uma história que acho que vale a pena ver.

Apesar de saber que iriam mudar muitas coisas, houve partes que não gostei. Nomeadamente eles revelarem uma informação que só se tem a certeza no terceiro livro da série a meio do filme. Não gostei que a acção final tivesse sido toda concentrada no Instituto apesar de eu saber que isso tornou tudo mais prático para os nossos personagens. Senti falta da transformação de Simon num rato. Foi um dos momentos mais hilariantes do livro e foi simplesmente substituído por um rapto. A sério? No me gusta! E eles a mostrarem que o Simon foi mordido? Isso só acontece no segundo livro! Tal como a criação de runas pela parte da Clary que também só é referenciada no segundo livro. Será que isto quer dizer que eles não vão dar continuidade às adaptações cinematográficas? Sinto pena mas acho que é mesmo isso que isto significa.

Não deixem, contudo, de ler o livro. Porque nenhuma adaptação cinematográfica irá alguma vez ser tão intensa e especial como o livro! Então, peguem neste livro, leiam e depois vão ver o filme, tal como eu fiz. É muito melhor ver o filme pensando como este personifica o livro do que como simplesmente um filme. Dá-lhe um toque mágico e especial. É um filme interessante, cheio de acção e romance que com certeza a maioria dos fãs de filmes como Jogos da Fome, Harry Potter ou Percy Jackson vão gostar.


13/09/13

Os Miseráveis (Les Misérables)

Direcção: Tom Hooper.
Roteiro: William Nicholson, Alain Boublil, Claude-Michel Schönberg, Herbert Kretzmer.
Elenco: Hugh Jackman, Anne Hathaway, Russell Crowe, Amanda Seyfried, Sacha Baron Cohen, Helena Boham Carter, Eddie Redmayne, Aaron Tevit, Samantha Barks, Colm Wilkinson

Este filme estreou a 1 de Fevereiro de 2013.

Os Miseráveis conta uma envolvente história de sonhos desfeitos e amor não correspondido, paixão, sacrifício e redenção - um testemunho eterno da sobrevivência do espírito humano. Jackman interpreta o ex-prisioneiro Jean Valjean, perseguido por décadas pelo implacável policial Javert (Crowe) depois que ele viola sua liberdade condicional. Quando Valjean concorda em cuidar de Cossete, a jovem filha de Fantine (Hathaway) que é funcionária de uma fábrica, suas vidas mudam para sempre.

TRAILER:

OPINIÃO:
Há uns tempos que queria ver este livro mas ainda estava na dúvida se queria ler primeiro o livro ou ver o filme. Ontem tive um instinto e decidi vê-lo mesmo sem ter lido o livro. Não sei se algum dia irei ler o livro mas com certeza que, pela história do filme, eu iria gostar de o ler, pelo que acho que ver o filme foi mais um incentivo para perseguir o desejo da leitura que uma desistência da mesma. Devo dizer-vos que eu sempre adorei filmes que envolvessem muita música, quer fossem musicais, quer fossem sobre dança...e acho que este acabou de se tornar o meu musical favorito.

A história em si é bastante simples: um simples homem que viveu 19 anos como escravo por ter roubado um pedaço de pão é solto e toda a história se desenrola em volta dele. Com a sua fuga da liberdade condicional, a sua perseguição pelo general Javert e pelos acontecimentos que o levam a adoptar uma pequena criança quando esta fica sem a mãe. Todo este enredo principal é interligado com histórias secundárias como a de uma mãe que faz tudo por uma filha, a dos estudantes que querem fazer a revolução, a dos pais de Eponine, donos de uma estalagem e meros ladrões, de uma história de amor não correspondido e de uma história de amor incondicional. Todos estas pequenas histórias com grandes personagens são embelezadas pelo facto da maioria dos diálogos ser cantado em vez de falado. Seria de esperar que tivesse estranhado esse facto mas não, achei simplesmente belo. Dei por mim a chorar uma imensidão de lágrimas em alguns momentos fortes que o filme, nomeadamente as mortes que acontecem. Acho que as melodias, mais que o diálogo, tocam o coração intensamente fazendo com que o espectador sinta as emoções de forma mais profunda. Toda a história é magnífica e está muito bem contada e interpretada por estes fantásticos actores.

Tenho que felicitar os actores por terem filmado as cenas sem recorrer ao playback. Concordo que tornou a cena mais real mas sei que deve ter sido dez vezes mais difícil do que se tivessem apenas a fingir que cantavam durante as filmagens.

A minha personagem favorita do filme é a Eponine. Não sei porque mas qualquer coisa nela despontou em mim uma empatia que perdurou durante todo o filme. Acho que de alguma forma tenho uma admiração por mulheres fortes e ela com certeza é, não fisicamente mas psicologicamente, aguentando dentro de si todos os sentimentos que nutre pelo Marius, tendo o seu coração partido quando se apercebe que ele está a apaixonar-se por outra. Os momentos de Eponine foram dos que mais me trouxeram lágrimas aos olhos. A ''On my Own'' é das músicas que mais gostei do filme estando a Samantha Barks de parabéns pelo sentimento que conseguiu transmitir com essa cena. Para quem não sabe do que falo, deixo-vos o vídeo dessa mesma actuação.



Outra actriz que está de parabéns é a Anne Hathaway. Apesar de não aparecer na maior parte do filme, as partes em que aparece especialmente a sua interpretação da ''I Dreamed a Dream'' são fantásticas. Adorei a força que ela transmitiu à personagem e por isso mesmo acho que foi digno do Óscar que ganhou.


Outros que estão de Parabéns são com certeza o Hugh Jackman por um esplendoroso papel principal, o Russel Crowe por ter cantado, coisa que eu nunca imaginei que ele fizesse, o Eddie Redmayne e a Amanda Seyfried pelo belo par amoroso que fizeram e pelas belas e melodiosas vozes, Aaron Tevit pela força que transmitiu a Enjolras e a todos os outros actores que de uma forma ou de outra deram melodia a este musical. 
É um filme que recomendo a toda a gente, quer pela mensagem quer pela música. Só esperem ficar com lágrima no canto do olho (ou rio de lágrimas no meu caso!) em alguns momentos críticos do filme. E para finalizar deixo-vos mais uma das músicas que foi sem dúvida especial neste filme, onde todos eles mostram como são bons.



15/04/13

Cinema: Teaser Trailer do Catching Fire [Em Chamas]

Foi apresentado ontem nos MTV Awards o Teaser Trailer do filme Catching Fire, a segunda parte da triologia Hunger Games. O filme vai estrear no dia 22 de Novembro e este teaser conta com as primeira imagens reveladas do filme. Confesso que estava ansiosa pela sua revelação já que, caso não saibam, esta é uma saga que eu simplesmente adoro. 
E aqui está ele:


Possibilidade de existência de spoilers do livro Em Chamas/Catching Fire

Primeiro de tudo adorei cada segundo deste teaser e fiquei completamente entusiasmada para o filme. Adorei como eles apenas falam do início do livro, deixando de fora o que muitos não-leitores do livro não sabem: a existência de novos Hunger Games neste filme. Com este teaser, nada indica que a Katniss, o Peeta e mais uns quantos vencedores vão ser atirados de novo para a arena. Esse foi o primeiro ponto que gostei: o suspense deixado.

Adorei o modo como demonstra o que se está a viver: a revolução e a guerra que Katniss provocou. O ambiente de guerra que se começa a desenrolar neste filme é notório. O teaser demonstra a crueldade que se vai viver a partir de agora, nomeadamente com o Gale a ser chicoteado e com Katniss a acudir em seu auxílio. O ''Go Ahead!'' dela mostrou coragem e acho que a Jennifer ainda está mais forte dentro da personagem neste filme.

Gostei da versão que dão de Prim no teaser, com ela a considerar que tem que fazer algo. Ela cresceu bastante desde que foi seleccionada e salva por Katniss e isso nota-se nos momentos em que aparece no filme.

Os últimos instantes foi algo que adorei, até mais do que a versão do livro. No mesmo temos os 75th Hunger Games como vingança contra a Katniss. A versão do filme deu-lhe mais credibilidade na medida em que não é apenas contra ela mas também contra aqueles que se julgam poderosos o suficiente para começarem a revolta contra o Capitólio. Adorei! E acho que foi a primeira vez em que fiquei a adorar um pormenor que mudaram/moldaram do livro para o filme.

Só não gostei de aparecer tão pouco do Peeta e de aparecer o beijo do Gale [porque apesar do livro ser claramente muito mais que o romance, sou TEAM PEETA sempre].

Enfim, estou bastante entusiasmada, como dá para perceber.
E vocês, que acharam? E, se leram os livros, acham que está fiel ao que foi escrito?

04/02/13

Um Ritmo Perfeito

Um Ritmo Perfeito

Diretor: Jason Moore
Elenco: Anna Kendrick, Skylar Astin, Ben Platt, Brittany Snow, Anna Camp, Rebel Wilson, Alexis Knapp, Ester Dean, Hana Mae Lee, Kelley Jakle, Wanetah Walmsley, Shelley Regner, Caroline Fourmy, Nicole Lovince, Adam DeVine, Utkarsh Ambudkar, Michael Viruet, David Del Rio, Elizabeth Banks, John Michael Higgins, John Benjamin Hickey, Freddie Stroma, Jinhee Joung, Jacob Wysocki, Jawan Harris, Scott Shilstone, Brock Kelly, Drew Battles, Katrina Despain, Cameron Deane Stewart, Kether Donohue, Karen Gonzalez, Lauren Gros, Alex Biglane, Michael Alexander, Tyler Forrest, Joe Lo Truglio, Har Mar Superstar, Jason Jones, Donald Faison, Ludd Lormand, Christopher Mintz-Plasse, Steven Bailey, Michael Anaya, Greg Gorenc, Brian Silver, Wes Lagarde, Jonathan Brannan, Donald Watkins, Jessica Jain, Nate Howard, Ben Haist, Rose Davis, Chiara Pittman, Emilia Graves, Emily Rodriguez, Sawyer McLeod, Chase Cooksey, Adam Gilbert, Megan Dupre, Brittney Alger, Monika Guiberteau, Jessica Poumaroux, Jackie Tuttle, Elizabeth Chance, Margo Melancon, Brooke Fontenot, C. J. Perry, Maya Estephanos, Brian Mason, Xavier Joe Wilcher, Julia Friedman, Esther Long, Aakomon Jones, Sora Connor, Madison Benson, Kenneth Tipton, Jeremy Strong, Dylan Cheek, Naeemah McCowan, Allison Sahonic, Codie L. Wiggins, Kelly Snow, Nathan Swedberg, Matthew Savarese, Sanford Williams, Charles Miller, Brandon Borror-Chappel, Sean McDonald, Nicholas Cafero, Alexander Fabian, Paul Ruess, Andrew O'Shanick, Samuel Brennan, Thaddeus Potter, Jacob Mainwaring, Alexander Sneider, William Laverack, Renaldo McClinton, Richard Coleman, Margaret Osburn, Dan Iwrey, Ali Bloomston, Shawn Barry, Alexandra Weinroth, Ciera Dawn Washington, Felipe Fuentes, Glen Aucoin, Deke Sharon, Ed Boyer, Brandon Kitchel, Jasper Randall, Drew Seely, Jeff Lewis, Laura Dickinson, Candice Leigh Helfand, Windy Wagner, Jessica Rotter, Kari Kimmel, Kala Blach, Emily Benford, Sean Bankhead, Matthew Laraway, Madison Nakayama, Elise Wilson, John L. Armijo, John L. Armijo, Kristen Beevers, Caitlyn Bosarge, Andrew Breland, Jacob Coco, Jordon Michael Corbin, Emily D. Haley, Gene Kevin Hames Jr., Eric Henning, Ivan Hoey Jr., Meredith Jackson, Jesse Jennings, Richard Kohnke, Jaci LeJeune, Katie Lemelin, Brie Lybrand, Austin Naulty, Jeffery Nowell, Jay Oliver, Gustavo I. Ortiz, Michael L. Parker, Andrew Plaisance, Catherine Kim Poon, Breon Pugh, Phillip Rao, James Rawlings, John Santiago, Terry Lee Smith, Jordan Sudduth, Jaime Wallace, Glen Warner, David Michael Warren
Produção: Elizabeth Banks, Paul Brooks, Max Handelman
Roteiro: Kay Cannon
Fotografia: Julio Macat
Trilha Sonora: Christophe Beck, Mark Kilian
Duração: 112 min.
Ano: 2012
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Estúdio: Brownhouse Productions / Gold Circle Films

Este filme estreou em 7 de Dezembro de 2012.

Beca (Anna Kendrick) é a garota que prefere se isolar do mundo a ter de escutar o que está saindo da boca de qualquer um. Ao entrar para a Barden University, ela descobre que não se encaixa em nenhuma "panelinha", mas, de alguma forma, entra para uma que ela jamais teria escolhido, cuja única coisa em comum entre suas integrantes é cantar bem. Quando Beca leva esse grupo para além de seu mundo de arranjos tradicionais e harmonias perfeitas para um de novas mixagens, elas vão parar nas competições de música entre universidades, o que poderá acabar sendo a coisa mais legal que fizeram na vida ou a mais insana.

TRAILER:

OPINIÃO:
Há um tempo que ando a querer ver este filme porque envolve música, podendo até ser considerado um musical e, por isso mesmo, como eu adoro filmes quer com música, quer com dança, tenho andado ansiosa para o ver.
O filme começa com uma cena verdadeiramente nojenta que nem tenho vontade de relembrar. E ainda por cima foi uma cena muito exagerada, mas enfim, foi uma introdução surpreendente de filme, com os Treblemakers a ganharem e as Barnen Bellas a terem uma derrota simplesmente humilhante.

Depois da primeira cena, começa realmente a história da protagonista Beca que entra para a universidade porque o pai insiste que ela o tente fazer, contudo, não consegue integrar-se em nada e, tirando o emprego que tem na rádio não faz mais nada. Conhece Jesse, um rapaz que trabalha com ela e com quem se dá relativamente bem mas, tirando isso é um deslocada na universidade.
Quando o pai lhe propõe que ela se tente integrar e, caso ela ache que mesmo assim o lugar dela não é ali, a ajudará  a ir para LA para se tornar uma DJ é quando a Beca decide dar uma oportunidade às Barnen Bellas. A cena entre Beca e Chloe no banho é hilariante e bastante constrangedora mas serve para incentivar a Beca.
Durante todo o filme Aubrey irritou-me profundamente com a ideia de se manter fiel às antigas Bellas quando, claramente, as novas aquisições do grupo nada têm a ver com as antigas. 
Ficava bastante chateada que ela não desse hipótese a outras músicas nem outras ideias. Por exemplo no Riff-Off ela ficou chateada com a maneira como as Bella's cantaram, sendo que foi bastante natural e bem melhor do que as antigas Bella's que pareciam robots na minha opinião...

As duas performances delas, como novo grupo, foram apenas melhoradas pelas pequenas mudanças que tanto a Fat Amy como a Beca fizeram porque de resto foram bastante desadequadas à personalidade de todas elas. Ora vejam...






A tentativa de Beca em tornar a performance menos monótona foi bem intencionada, foi pena elas terem perdido.
As cenas vão-se desenrolando com a Bella's separadas depois da derrota, sempre com Aubrey culpando justa e injustamente ao mesmo tempo a Beca. Quando, como deve ser num filme feliz, elas são classificadas para as finais depois de um grupo ser classificado, fiquei feliz com toda a discussão delas e por finalmente Aubrey aceitar tomar outra direcção com elas. A música do ensaio foi bem melhor do que tudo o que já tínhamos ouvido delas..


Isto sim é música bem feita! A Beca tem realmente talento! Acho que todas têm uma voz bonita. Depois disto vemos as Bella's a trabalhar em conjunto e no final a performance delas é digna de vários replay's seguidos.




Agora a questão é....será que elas ganharam aos Treblemakers? Vejam o filme para descobrirem :DD
Por falar em Treblemakers, gostei deles apesar da arrogância e, por isso mesmo, deixo-vos algumas das performances deles do filme, de maneira a poderem deliciar-se um pouco, como eu fiz...


E quase me esquecia de referir o quanto achei adorável o casal principal do filme: Jesse e Beca. Apesar de pertencerem a grupos diferentes eles nunca deixaram de ser amigos e de sentir aquela atracção um pelo outro. Acho adorável ele tê-la incentivado a ver filmes, que era uma coisa que ela não gostava e adorei o facto da performance final das Bella's incluir a banda sonora de um dos filmes que ligou os dois. São um casal estranhamente adorável que me deixou com o coração quentinho. Quem sabe um dia não faça um All You Need is Love só para eles *-*


Resumindo, foi um filme que gostei muito de ver. Todo o conceito de cantar acapella conquistou-me e achei bastante original. Foi um filme divertido de ver. Um bom serão para um domingo à tarde, com certeza. Aconselho a quem gosta de música e de uma boa comédia que o veja :)

06/01/13

New Year's Eve

New Year's Eve
  • Diretor: Garry Marshall
    Elenco: Robert De Niro, Sofía Vergara, Ashton Kutcher, Michelle Pfeiffer, Sara Paxton, Sarah Jessica Parker, Katherine Heigl, Jessica Biel, Zac Efron, Abigail Breslin, Carla Gugino, , Charlotte Marshall-Fricker, Fiona Choi, Mary Marguerite Keane, Michael Mandell, Patrick Reale, Halle Berry, Cary Elwes, Alyssa Milano, Common, Barbara Marshall, Seth Meyers, Sarah Paulson, Til Schweiger, Carla Gugino, Amber Bela Muse, Peter Allen Vogt, Ross Ryman, Kal Parekh, Katherine Heigl, Jon Bon Jovi, Russell Peters, Serena Poon, Lea Michele, James Belushi, Lillian Lifflander, Abigail Breslin, Jake T. Austin, Mara Davi, Jaclyn Miller, Cassidy Reiff, Nat Wolff, Kendra Jain, Julia Randall, Christian Fortune, Tatyana Disla, Chealy Phoung, Marvin Braverman, Alexandra Guthy, Denise Violante, Katherine McNamara, Norman Bukofzer, Beth Kennedy, Josh Duhamel, Joey McIntyre, Jackie Seiden, Sean O'Bryan, Larry Miller, Jack McGee, Yeardley Smith, Benjamin McGowan, Jon-Christian Costable, Juliette Allen-Angelo, Penny Marshall, Drena De Niro, Vanessa I. Mendoza, Christine Lakin, Sandra Taylor, Shea Curry, Earl Rose, Johnny DeBrito, Samuel Mitchell, Amare Stoudemire, Cherry Jones, Ludacris, Kathleen Marshall, Joey Sorge, Rob Nagle, Matthew Walker, Wedil David, David Valcin, Stephanie Fabian, Patrick Collins, Pat Battle, Tom Hines, Greg Wilson, Hector Elizondo, Anna A. White, Sam Marshall, Susan Silver, Emily Moss Wilson, Bob Weston, Lucy Woodward, Stephanie Alexander, Nicole Michele Sobchack, Anna Kulinova, Rylie J. Neale, Lily Marshall-Fricker, Lori Marshall, Ryan Seacrest
    Produção: Josie Rosen, Richard Brener, Toby Emmerich, Mike Karz, Wayne Allan Rice
    Roteiro: Katherine Fugate
    Fotografia: Charles Minsky
    Trilha Sonora: John Debney
    Duração: 112 min.
    Ano: 2011
    País: EUA
    Gênero: Comédia Romântica
    Cor: Colorido
    Distribuidora: Warner Bros.
    Estúdio: New Line Cinema / Karz Entertainment / Rice Films
    Classificação: 10 anos

    Este filme estreou em: 09 de Dezembro de 2011

    Após entrelaçar várias histórias românticas ambientadas no Dia dos Namorados em Valentine's Day o diretor Gary Marshall intercala narrativas de casais e solteiros, em meio à pulsação e promessas da cidade de Nova York, na noite mais deslumbrante do ano, a de passagem de ano. 

    TRAILER:

    OPINIÃO:
    Já tinha este filme à algum tempo e ontem à noite resolvi finalmente pegar nele e vê-lo. Devo dizer que estava entusiasmada, quer por já ter adorado o conceito no filme Valentine's Day, quer por ser, na realidade, um dia sobre o meu dia de aniversário, já que eu nasci no dia 31 de Dezembro. É tonto mas foi com este sentimento que encarei o filme.

    O que eu adorei neste filme, tal como no Dia dos Namorados, foi a quantidade de actores conhecidos e que eu adoro que este filme conseguir colocar apenas num filme. Sim, porque eu sou daquelas pessoas que vê um determinado filme porque um actor/actriz entra nele. Um bocadinho groupie, eu sei, mas é verdade.

    Adorei o Zac Efron neste filme. Além da personagem dele ser fantástica e de ele estar bastante...apelativo...neste filme, adorei toda a história entre a personagem dele, Paul, e  a de Michelle Pfeiffer, Achei a história mais bonita, com ele a satisfazer os desejos dela de New Year's Eve. Entendo que ao início foi apenas para ganhar os bilhetes para a festa mas no fim ele realmente importou-se com ela e achei-os fofos. A última cena com eles a dançarem, além de ser deliciosa por causa do Zac foi super querida pelos dois. Gostei bastante.

    Outra das histórias que gostei bastante foi a de Sam. O facto dele ter conhecido uma desconhecida à um ano atrás e ter combinado que se iriam encontrar um ano depois foi intrigante. Especialmente porque, até ao fim do filme não sabíamos qual das personagens femininas iria ser a tal mulher misteriosa que ele conheceu. No final, devo admitir que, apesar de ter tido um pouco de dúvidas, acho que sempre achei que era a que foi. E agora deixo-vos curiosos para irem ver o filme, não é? O Josh Duhamel está bastante querido neste filme :)

    A história das grávidas, Tess e Grace, foi engraçada! Toda a competição para ver quem ganharia foi engraçada, apesar de no final nos mostrar que, no fundo, o dinheiro não é o mais importante. Adorei a Jessica Biel neste papel.

    A parte de Elise e Randy foi adorável. Tivemos a oportunidade de ver um casal a apaixonar-se. A maneira como ela o fez deixar de odiar a noite de passagem de ano foi adorável. A Lea Michele realmente tem uma óptima voz e a parte que mais gostei foi que ela não me fez em nada lembrar a Rachel de Glee, o que é bom! Adorei a relação deles e a cena do elevador foi engraçada e querida. Adorei o ''Have a Little Faith in me'' :)

    Gostei da história da Laura e do Jensen. Adorei quando ela lhe mandou o estalo! No final gostei de ver a Katherine, já que a adoro e ela faz em alguns dos meus filmes favoritos! Acho que nunca vi um filme com ela que não gostasse. Foi uma história bonita que nos ensina a lutar pelo amor e nos faz ver além das aparências e do sucesso.

    E a Sofía Vergara? Acho que a Ava foi a  personagem com quem mais me ri durante o filme todo. Ela tem um papel muito engraçado e eu adoro o sotaque latino da Sofia. Faz tudo parecer muito mais real. Eu já adoro a Sofia em Modern Family! Neste filme, continuei a adorar.

    Todo o filme tem uma mensagem essencial que é lembrar-nos que, essencialmente, o amor é o mais importante e é o que comanda o mundo. Quando se esquecerem disso aconselho a verem este filme. Derramei algumas lágrimas, como costume! Sou uma chorona, admito! Mas o filme é bonito, descontraido e óptimo para um domingo à tarde debaixo dos cobertores. Se virem sozinhos, chorem à vontade! Se virem acompanhados, riam-se e fiquem com a lágrima no olho, como eu faço. :)

    Ah! E por último, só queria informar que um dos meus desejos depois de ver este filme foi passar uma passagem de ano em NYC e ver a bola cair! Quem sabe um dia...

18/10/12

A Invenção de Hugo Cabret


A INVENÇÃO DE HUGO CABRET
Diretor: Martin Scorsese
Elenco: Ben Kingsley, Sacha Baron Cohen, Asa Butterfield, Chloë Grace Moretz, Ray Winstone, Emily Mortimer, Christopher Lee, Helen McCrory, Michael Stuhlbarg, Frances de la Tour
Produção: Johnny Depp, Tim Headington, Graham King, Martin Scorsese
Roteiro: John Logan
Fotografia: Robert Richardson
Trilha Sonora: Howard Shore
Duração: 126 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Aventura
Estúdio: GK Films
Classificação: Livre

Este filme estreou em: 17 de Fevereiro de 2012


Hugo Cabret (Asa Butterfield) é um menino de 12 anos que vive escondido em uma estação de trem na Paris dos anos 30, onde cuida da manutenção de gigantescos relógios, função anteriormente exercida por seu tio desaparecido (Ray Winstone). À noite, usando peças de brinquedos que ele furta de uma loja da estação, o menino tenta consertar um autômato, única lembrança que herdou do pai, para desvendar um enigma. Seus planos, porém, correm perigo quando ele é descoberto pelo dono da loja e pela curiosa Isabelle (Chloë Grace Moretz).

TRAILER: 



OPINIÃO: 
Estava curiosa por ver este filme! Mas confesso que o meu interesse por ele se deveu mais ao facto da Chloe estar nele que qualquer outro. Sim, porque para vós que não sabeis, a Chloe é uma das minhas pequenas adoradas e neste filme ela está fantástica.

Mas começando pelo enredo da história. Gostei da maneira como abordaram a história do Hugo, mostrando a sua maneira de viver realmente como era, demonstrando quais eram as pessoas que faziam parte do seu dia a dia e mostrando como este pequeno rapaz ia sobrevivendo sozinho, sem qualquer ajuda de um adulto.
O primeiro mistério começa quando Papa George confisca o caderno de notas que o pai de Hugo lhe dera, sem razão aparente, o que faz Hugo ficar desconfiado. E é por essa razão que ele conhece Isabelle (Chloe), ao pedir-lhe ajuda para tentar recuperar o caderno. Depois destes acontecimentos vamos então retroceder no tempo, percebendo porque o caderno é tão importante para ele: ele demonstra como arranjar um pequeno robot (chamado autômato) que o pai de Hugo tinha encontrado no sotão do museu onde trabalhara e que ele e o Hugo estavam a arranjar antes de ele morrer. Pessoalmente achei a morte do pai exagerada! Mas o Jude Law é sempre fantástico de observar.

A partir daí vai começar a aventura com Hugo e Isabelle como protagonistas, já que ela irá ajudar Hugo como quiser, sedenta de um pouco de aventura. E a relação que se vai desenvolvendo entre os dois é maravilhosamente adorável....Ambos se preocupam um com o outro e tornam-se grandes amigos.
Adoro a personagem da Isabelle....o gosto dela pelos livros, a sua ternura, o seu jeitinho doce, o seu sotaque inglês e as suas referências a pessoas famosas são simplesmente soberbas. A Chloe está de parabéns por este filme.

Ao longo do filme vão surgindo mistérios como: porque é que a chave de Isabelle encaixa no autômato do pai de Hugo? Porque é que o autômato faz o desenho do primeiro filme que o pai de Hugo viu no cinema? E porque é que esse desenho está assinado por Papa George? Com estas perguntas foram surgindo ideias na minha cabeça mas feliz ou infelizmente nenhuma delas estava correcta, o que deu um final surpreendente, já que só entendemos o filme mais para o final.

Os dois romances que vão decorrendo ao longo do filme são bastante agradáveis e engraçados: tanto o de Inspector e Lisette, tendo como principal problema o facto dele não conseguir ir falar com ela, como o de Madame Emilie e Monsieur Frick tendo este o problema do pequeno cão de Madame Emilie não gostar do Monsier. Felizmente ambos irão encontrar uma maneira de ultrapassar as adversidades.
Além de que a personagem do Inspector por si só é hilariante! Ri-me bastante com algumas das peripécias deste senhor xD

Considero que é um filme bastante interessante para os amantes do cinema. Gostei muito! Especialmente porque adoro filmes em que os mistérios só são resolvidos quase no final! Faz-me sempre vibrar mais que os outros filmes...
Confesso que me senti um pouco emocionada com o final porque simboliza bastante a vida e felizmente todos conseguimos entender através deste filme que nunca é tarde demais... Um filme a colocar na lista de ''A ver'' para quem ainda não viu :D