Vi esta tag no blog da Catarina, o Páginas Encadernadas e achei engraçado. Foi criado pelo Dani On Books. 1. Encontra um livro para cada uma das tuas iniciais.
Jogos da Fome
Cidade dos Ossos
(A) Mulher do Viajante no Tempo
Juliana Cecília de Melo
2. Conta a tua idade ao longo da tua estante. Qual é o livro?
O terceiro verão das quatro amigas e um par de calças - Ann Brashares
3. Escolhe um livro que se passe na tua cidade/país.
Face Negra - Elizabete Cruz
Não é bem a minha cidade mas foi durante quatro maravilhosos anos.
4. Escolhe um livro que represente o teu destino ideal para viajares.
Férias em Saint-Tropez - Elizabeth Adler
Acho que é um destino paradisíaco interessante. Foi o mais parecido com a Grécia que encontrei então, é isto! (:
5. Escolhe um livro da tua cor preferida.
A Culpa é das Estrelas - John Green
Além da cor, adoro todo o conceito desta capa. *-*
6. Que livro te traz as melhores recordações.
Harry Potter e o Cálice de Fogo - J. K. Rowling
É o meu livro preferido da saga então, sempre me irá trazer boas recordações, tal como todos os outros :')
7. Qual o livro que te custou mais a ler?
O Diabo Veste Prada - Lauren Weisberger
Ainda não o consegui acabar, infelizmente!
8. Com que livro te sentiste enganada/o quando o terminaste?
A Travessia - Wm. Paul Young
Queria um final feliz e o que tive foi um final demasiado triste.
Sinopse: Depois de A Cabana, a história da transformação de um homem, numa viagem entre o Céu e a Terra.
Anthony Spencer é um empresário de sucesso, um homem orgulhoso e egocêntrico que não olha a meios para conseguir os seus objetivos. Um dia, o destino prega-lhe uma partida: um AVC deixa-o nos cuidados intensivos, em estado de coma.
Entre a vida e a morte, Anthony vê-se num mundo que espelha a dor e a tristeza que tem dentro de si. Confuso, sem compreender exatamente onde está e como foi ali parar, viaja pela sua consciência para compreender quem realmente é e descobrir tudo o que tem perdido ao longo da vida: a esperança, a amizade genuína e o amor verdadeiro, sentimentos que há muito o seu coração deixara de sentir.
Em busca de uma segunda oportunidade, Anthony fará uma jornada de redenção e encontro com o seu verdadeiro ser.
Opinião: Recebi este livro da Porto Editora e confesso que nunca tinha ouvido falar do autor ou mesmo do livro anterior antes de receber o e-mail da editora. Prontamente decidi aceitar o desafio de ler este livro e dar a minha opinião sobre o mesmo.
Confesso que não tinha expectativas formadas, o que pode ter sido bom para explicar a maneira como decorreu a leitura do livro. Primeiro de tudo devo referir que sou uma leitora que não é de todo fã de descrições. Sou bem mais apologista de um bom diálogo do que de uma descrição pormenorizada de um ambiente, por mais belo que este seja. Por essa mesma razão o início do livro foi complicado para mim visto termos algumas páginas que nem uma frase de diálogo tinham. Contudo, à medida que a história foi avançando e foram sendo introduzidas novas personagens, especiais em todos os sentidos, o livro foi-se tornando mais e mais viciante até me fazer querer ler o mais que conseguisse para saber qual seria o desfecho do personagem principal, Tony. Tenho que vos dizer que nas últimas páginas correram verdadeiras lágrimas pelo meu rosto de tão profundas que foram as emoções descritas pelas palavras de Young.
O personagem principal personifica alguém que é, no termo correcto, egocêntrico. Tony é alguém que, devido a circunstâncias da vida, deixou de acreditar quer no amor quer em qualquer entidade religiosa. Tornou-se egoísta e concentrado apenas em si e nos seus negócios. Um das particularidades deste livro é utilizar metáforas para descrever algumas situações e neste caso o coração de Tony é descrito de uma forma peculiar mas bastante adequada. Durante todo o livro vemos Tony a tentar reconstruir esse seu mundo existente no coração e a tentar alcançar objectivos que não conseguiu quando ainda podia, isto é, quando era mais do que um corpo em coma e uma alma à deriva.
Outros personagens especiais na história são Maggie, a enfermeira que vai acompanhar, mais que ninguém, Tony nesta sua jornada, Cabby, o menino com Síndrome de Down que vê o mundo à sua maneira, Molly, a mãe desesperada de duas crianças, Lindsay, a menina que está à espera de um milagre e Clarence o padre/polícia que vai ter um papel essencial na história. Além desses temos ainda Jesus, Jack, a Avó e a menina dançante que fazem parte do mundo ''imaginário'' de Tony. Todos eles dão o seu toque à história e tornam-na, acima de tudo, especial.
Portanto, como já devem ter-se apercebido, eu gostei muito da história. Aquele gostar que me tocou de tal modo que me fez ficar com lágrimas nos olhos nos momentos finais. Relacionei-me um pouco com cada personagem e tive pena de as deixar com aquele final tão...vago! Será que foi de propósito porque vai haver continuação ou simplesmente porque Young quer apelar à imaginação do leitor? Não sei, sinceramente!
Com uma escrita fluída e simples, este livro aborda muito mais que religião e acreditem que se gostam de histórias profundas e tocantes, com certeza este será o vosso tipo de livro. Aconselho a todos, apesar de saber que muita gente não aguentaria este tipo de leitura...Deixo-vos um apelo, depois desta leitura emocionante: nunca deixem de amar, no momento em que perderem o amor (de qualquer forma) acreditem que se perderam para sempre...
Se pudesses ser alguém de Storybrooke ou da Enchanted Forest, quem seria?
Como eu sou horrível a escolher, vou escolher duas personagens, pode ser? Espero que não se sintam enganados por mim. É só uma aldrabice pequenina!
Emma Swan
Por razões óbvias gostaria de ser esta personagem da Storybrooke! Destemida e valente, esta personagem é interessante porque viveu no mundo sem magia durante muitos anos, sem ter noção do quão especial era. O facto de ser orfã sempre a afectou e em Storybrooke ela encontrou-se. É forte, mais forte do que muitas personagens e, quer pelo que alcançou, quer pelos seus romances, gostaria de ser ela! Além disso, quem não gostaria de ser filha do Charming e da Snow?
Tinkerbell
Ainda só vi um episódio com ela e já fiquei a adorá-la. Adorava ser esta pequena fada, tão traquina e inocente que se deixou enganar pela Evil Queen. Adorava ter os poderes que ela tinha e gostava de poder visitar a Terra do Nunca apesar de não gostar da ideia de nunca de lá sair. Achei-a tão bem caracterizada que não me importava nada de ser como esta versão da nossa pequena fada do Peter Pan.
Para quem não conhece estes dois, eles são protagonistas da saga Os Instrumentos Mortais de Cassandra Clare. Actualmente ainda só li os dois primeiros livros desta saga mas tenciono, com certeza, continua-la quando tiver oportunidade (de comprar e ler os livros, claro!). Hoje quando fui a escolher o casal, fiquei a olhar para a lista espantada porque jurava que já tinha feito este All You Need is Love. Não sei como é possível ainda não ter feito quando adoro este casal! Grande falha minha, acreditem.
Tudo começa quando inexplicavelmente Clary consegue ver os denominados Caçadores de Sombras, Jace, Alec e Isabelle enquanto eles matam um demónio. Desde o início que a atracção de Clary, a nossa protagonista, por Jace é evidente, apesar deste poder ser considerado ligeiramente arrogante pela maioria das pessoas, foi essa sua personalidade, além de toda a sua aparência e sensualidade que conquistaram a ruiva da história. Por outro lado, Jace, que nunca parece interessar-se por ninguém, é conquistado pela simplicidade e doçura de Clary. Durante todos o primeiro livro temos momentos intensos entre ambos que sabemos que mais cedo ou mais tarde irão levar ao desfecho tão esperado por todos os que, tal como eu, foram conquistados por este casal. Felizmente para os fãs, o tão esperado envolvimento acontece ainda no Cidade dos Ossos, apesar de ser apenas uma noite, no aniversário de Clary, tendo esta sido brutalmente interrompida por Simon (leiam, leiam!).
Apesar de tudo, nas últimas 100 páginas do livro, este casal torna-se 100 vezes mais complicado do que poderíamos esperar que fosse. Quer dizer, a relação deles mal tinha começado mas estava a mostrar-se bonita e simples, sendo apenas duas pessoas que gostam um do outro (apesar de terem uma pequena complicação por Simon ser claramente apaixonado por Clary, mas nada de mais). Confesso que para o meu coração de shipper, o final do livro foi um partir de coração porque vi o meu casal (quase) arruinado. Não vos vou dizer o que acontece porque acreditem que não vos quero estragar a surpresa. Mas a partir desse momento, Clary e Jace não podem, com certeza, ficar juntos.
Ao ler a Cidade das Cinzas fica óbvio que, por mais que não possam estar juntos, não será tão fácil para eles negarem a atracção que os une. É preciso muito auto-controlo e uma criação de distância entre eles para impedir que se beijem e se entreguem um ao outro como os corações tanto desejam. No primeiro livro, é dito que o Jace se irá apaixonar pela pessoa errada...isso com certeza ocorre! Felizmente (ou infelizmente) já me correram spoilers sobre este casal e não posso dizer que não esteja satisfeita e entusiasmada sobre o que é revelado no Cidade de Vidro. Será que finalmente estes dois irão desvendar os mistérios que os impedem de estar juntos e entregar-se ao amor? Quem sabe, só lendo mesmo!
Gosto deles pelo contraste que têm entre a bondade e a maldade, apesar de nenhum deles ser completamente bom ou mau. São ligeiramente opostos mas no fundo complementam e isso é o que torna o romance deles um encanto para qualquer amante de histórias de amor (como eu!).
Na adaptação cinematográfica que foi feita deste filme, Clary Fray é protagonizada por Lily Collins e Jace Wayland por Jamie Campbell Bower. E devo dizer que achei que foram escolhas perfeitas para o papel, especialmente Jamie.
Nota: Todos os vídeos e imagens apresentados são autoria de outros. Eu apenas os utilizei.
Sinopse: REGRA # 3:Não olhar para fadas invisíveis.
Desde que nasceu, Aislinn sempre viu fadas. Poderosas e perigosas, elas caminham ocultas entre os mortais. Aislinn tenta passar despercebida pois estes seres não gostam de ser descobertos e costumam castigar com crueldade as pessoas que detectam a sua presença.
REGRA # 2:
Não falar com fadas invisíveis. Agora as fadas perseguem Aislinn. O rei das fadas Keenan, aterrorizante e sedutor, tenta cativar Aislinn, fazendo perguntas que ela tem medo de responder.
REGRA # 1:
Nunca chamar a atenção delas. Agora é tarde demais... Keenan, o Rei do Verão anda numa busca incansável pela sua rainha há nove séculos e está determinado a converter Aislinn na sua rainha a qualquer custo.
Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais, e confrontos entre reis antigos e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas que Melissa Marr imaginou para o século vinte e um.
Opinião: Fiquei interessada neste livro quando soube o universo que ela iria explorar. É comum actualmente existirem livro sobre vampiros e lobisomens, mas sobre fadas? Esta era uma novidade para mim e, por isso mesmo, decidi que iria ler este livro.
A escrita da autora aliada à boa construção da história fizeram com que fosse um livro fácil e interessante de ler. Achei que todo o universo estava bem construído, deixando-nos entender e penetrar no universo criado sentindo-nos durante a leitura rodeados de fadas e magia, tal como Aislinn se sente. Pessoalmente acho que não conseguia viver como ela vive, ignorando todos os dias as multidões de fadas que vão passando por ela, provocando-a e aos outros, sem poder demonstrar que na verdade, para ela, aqueles seres são bastante visíveis, ao contrário do que pensam. Harr dá um toque traiçoeiro, traquina e obscuro às fadas, criando uma versão tanto ou quanto diferente do conceito de fada que estamos habituados. Existem além disso várias espécies de fadas que vão sendo apresentadas durante o livro, levando o leitor a ter noção da imensidão deste mundo. Pessoalmente não tinha noção de nada sobre a mitologia feérica pelo que foi tudo uma grande novidade para mim.
Toda a história passa-se num momento de guerra entre cortes de fadas, estando a nossa protagonista desesperadamente inserida no meio deste universo. Pessoalmente acho que Aislinn devia ter sido melhor explorada. Eu gostei dela, não me interpretem mal mas ela simplesmente era demasiado simples. Eu entendo que crescer sem os pais e passar o dia a dia a ver fadas que mais ninguém vê não deve ser fácil mas mesmo assim, acho que ela era demasiado simples. Talvez tenha sido esse o objectivo da autora, não sei! Acho que os momentos em que Aislinn se tornava especial eram quando estava com Seth ou então quando finalmente interiorizou que tinha que fazer algo em relação ao que estava a acontecer com as fadas. Para mim, Donia, a Menina do Inverno, supostamente personagem secundária acabou por se tornar uma das personagens mais fortes e de que mais gostei durante o livro. Tudo o que ela abdicou pelo amor a Keenan e tudo o que teve que passar pela imposição de Beira e pela sua missão de não deixar mais nenhuma rapariga entregar-se a Keenan tornaram-na numa personagem forte física e mentalmente. Foi com certeza a minha personagem feminina favorita da história.
Neste livro é considerada a existência de um triângulo amoroso. Pessoalmente eu não vi nenhum triângulo: a Aislinn é claramente apaixonada por Seth e o contrário também se verificou já que o rapaz até acreditou em fadas porque ela lhe contou que as via. Seth foi um personagem do qual gostei e penso que ele dava vida à Aislinn do modo que ela precisava de a ter. Já o Keenan apenas precisava de uma Rainha do Verão para poder governar e fazer frente à sua mãe, Beira, Rainha do Inverno. No fundo sempre torci por Keenan e Donia apesar de ela não ter sido a sua Rainha. Achei as cenas entre os dois muito bem conseguidas e a química entre os dois conseguiu igualar se não ultrapassar a de Aislinn e Seth. Espero que o seu passado seja explorado nos próximos livros, tal como a sua relação evolua.
Quando decidi mergulhar neste livro, mergulhei mesmo e li-o de uma golfada. Tem uma escrita fácil de ler e uma história que cativa. Todos os amantes do fantástico deveriam dar uma oportunidade a este livro. Já eu...tenho que me aventurar nos próximos volumes! (:
Cast: Alexandra Chando, Andy Buckley, Allie Gonino, Alice Greczyn, Blair Redford, Helen Slater, Adrian Pasdar, Christian Alexander, Tyler Christopher e Charisma Carpenter
Ano de Lançamento: 2011-2013
Temporadas: 2
Episódios: 30
Estado: Cancelada
Estrelas IMDB: 6,6/10
Sinopse: The Lying Game é a nova aposta da ABC Family. A série é baseada nos livros de Sarah Shepard e terá a sua estreia marcada para daqui a pouco mais de uma semana. A série segue a vida de Emma uma garota que vive no orfanato e que descobre que tem uma irmã gémea, Sutton. Ao contrário de Emma, Sutton foi adoptada por um família com boas posses e parece estar a viver uma vida de sonho. Mas Sutton quer saber a verdade e para isso terá de se ausentar pedindo a Emma que assuma a sua identidade. Mas no dia e local marcados para a troca Sutton acaba por não aparecer. Emma terá agora de decidir se continua a viver a vida da irmã e tenta descobrir toda a verdade ou se revela a sua verdadeira identidade.
Vídeo Promocional:
Opinião:
Comecei a ver esta série maioritariamente por ser dos mesmos produtores de Pretty Little Liars, a minha série favorita do momento. Além disso, toda a história sobre duas gémeas que se reencontram e Sutton a pedir a Emma que fique no lugar dela? Achei que seria uma série engraçada de seguir. Mas acreditem que esta série de engraçado não tem nada. A partir do primeiro episódio suave com o reencontro e de novo separação das gémeas, vão surgindo mistérios e consequências aliadas ao facto delas estarem a tentar descobrir quem são os seus país biológicos. O primeiro acontecimento é a situação de quase morte que Sutton sofre que me levou por um instante de segundo a pensar que ela tinha realmente morrido. Depois temos a morte de mais duas personagens que, até ao último episódio vão apontar para quem menos queremos, tal como Emma, mas no último episódio temos revelações surpreendente! Sim, a série foi cancelada, mas era necessário deixar o final ser assim? Acho que nós fãs ficamos com mais questões do que as que tínhamos antes de ver o episódio. E eu pessoalmente achava que me iam dar algumas respostas no mesmo, apesar de já estar habituada ao trabalho dos criadores de Pretty Little Liars. Não gostei e adorava que não a tivessem cancelado porque era uma série cheia de mistérios por desvendar e aposto que ainda havia muito para escrever na história destas duas gémeas.
Tal como uma série dirigida a um público mais adolescente, esta está repleta de romance, contudo, estes momentos irritaram-me por vezes. Primeiro porque o Ethan era namorado da Sutton e de repente, quando a Emma tomou o seu lugar, apaixona-se por ela. Até aí tudo bem! O problema é quando ele volta para a Sutton e a Emma começa a namorar com o Thayer (com quem Sutton já tinha tido uma micro relação e que estava claramente apaixonado por Sutton). Em algum momento da série, voltam as dúvidas para Emma quando Ethan lhe diz que sempre foi apaixonado por ela. Mas vocês não se decidem? Tudo bem que elas são iguais mas não acho que havia necessidade de andar a saltar de uma para a outra. Pessoalmente gosto mais do Ethan do que do Thayer com a Emma mas podiam ter facilitado a vida dos fãs e deixado tudo como estava. Apesar de tudo eu entendo, a série é drama mas acho que com todo o restante trama não eram precisos dramas românticos.
A série introduziu-me novos actores, tais como Alexandra Chando que eu penso ter feito um óptimo trabalho a personificar as gémeas. Acho que sempre foi notório qual era qual, quer pelo tom de voz, quer pelas expressões diferentes que ela atribuiu a Sutton e a Emma. Acho que ela fez uma grande papel e tenho pena que possivelmente não lhe tenha sido reconhecido isso. Outra actriz que eu gostei muito pelo seu papel foi a Allie Gonino, ao interpretar a irmã mais nova da Sutton. Adorei o balanço entre as duas e acho que tinham uma química perfeita para ambos os papeís. A personagem de Allie, Laurel, foi importante para o desenvolvimento de Sutton e de Emma.
Caras conhecidas tive o Blair que já conhecia de 90210, onde não gostava da personagem dele, mas era suposto. A Alice que eu já tinha visto fazer uma participação especial em Make it or Break it. O Adrian que conhecia da série Heroes onde ele era uma das personagem principais e a Charisma que será a eterna Cordelia de Buffy, The Vampire Slayer.
Foi uma série que gostei de ver e sinceramente fiquei triste por ter sido cancelada já que tinha grande potencial. Se gostam de mistério devem aventurar-se por esta série, contudo não esperem um final cheio de respostas porque tal não acontece, bem pelo contrário. Acho que é suposto cada fã interpretar o último episódio e molda-lo do modo que gostar mais. Acreditem que esta série me deu que pensar. Gostei! 7/10
Título Original: The Mortal Instruments: City of Bones
Realizador: Harald Zwart
Actores:Lena Headey, Jonathan Rhys Meyers, Lily Collins, Jamie Campbell Bower, Aidan Turner, Kevin Zegers
Distribuidora:ZON Audiovisuais
País:EUA/ Alemanha
Ano:2013
Género:Ação/ Aventura
Classe Etária:M12
Duração (minutos):130
Este filme estreou a 22 de Agosto de 2013.
A ação de Os Instrumentos Mortais Cidade dos Ossos decorre na Nova Iorque contemporânea, onde Clary Fray, uma adolescente aparentemente normal, descobre que é descendente de uma linhagem de caça demónios, os Caçadores de Sombras, um grupo secreto de jovens guerreiros semi-anjos, envolvidos numa antiga batalha para proteger o nosso mundo dos demónios. Após o desaparecimento da sua mãe, Clary é forçada a unir-se a um grupo de Caçadores de Sombras, que lhe apresentam uma Nova Iorque perigosa e alternativa chamada Mundo-à-Parte, repleta de demónios, feiticeiros, vampiros, lobisomens e outras criaturas mortíferas. Inspirado no primeiro livro de Cassandra Clare, da saga best-seller de fantasia para jovens adultos “Instrumentos Mortais”, que atingiu o Nº 1 da lista do New York Times, editada por Simon & Schuster/Margaret K. McElderry Books.
TRAILER:
OPINIÃO:
Tenho estado ansiosa por ver este filme desde que li o livro no ano passado. Infelizmente para mim não o conseguir ir ver ao cinema e a espera para o ver já se estava a tornar cruel. Contudo, esta semana consegui dedicar o tempo suficiente para o ver e devo dizer-vos que não fiquei desapontada. O filme em si tem muitas diferenças do livro, tem! Faltaram muitos momentos, talvez até alguns que eu desejasse profundamente que lá estivessem mas no fundo eu já estava preparada para tal, não tendo ficado triste nem desapontada com o filme.
Primeiro de tudo tenho que falar dos actores. Eu simplesmente adorei os três protagonistas no filme. Foram exactamente como eu os imaginava. Lily Collins como Clary ficou perfeita, com a sua delicadeza mas no fundo força, levou-nos a compreender melhor a Clary e as suas razões para lutar e querer continuar a descobrir este mundo novo. Robert Sheehan como Simon ficou perfeito. Eu tinha um pouco de receio que eles arruinassem a personagem do Simon, de quem eu tanto gosto mas este actor personificou de maneira maravilhosa o nosso pequeno comediante! Adorei que colocaram exactamente falas dele do livro, tornou-o mais real. Por fim, no nosso trio, temos Jamie Campbell Bower que, acreditem, não poderia ter feito um melhor papel como Jace. Foi simplesmente a escolha certa e acho que todas as fãs de Jace estarão satisfeitas com a prestação do Jamie no filme. Gostei também de Jemima e Kevin como Isabella e Alec apesar de eles não terem tido grande protagonismo no filme, ao contrário de no livro. Jonathan Rhys Meyers trouxe uma dureza e frieza ao Valentine que era exactamente o que ele precisava de personificar no filme. Gostei, apesar de ter estranhado a escolha dele ao início, fiquei convertida.
Outro aspecto que esta de parabéns é a caracterização, quer de cenários, quer de personagens. Todos os cenários do filme foram encantadores, desde o Pandemonium até ao Instituto. Achei que eles conferiam um aspecto mágico ao filme, fazendo-nos mergulhar neste novo mundo que vai surgindo quer para nós, quer para Clary e Simon.
Da história....eu adoro o livro e todo o mundo que é criado por estes livros. Apesar de com criaturas que já ouvimos falar, este livros dão um toque diferente a esse mundo, criando algo extraordinário. Felizmente o filme consegue transmitir isso. Desde o momento em que Clary e Simon têm o contacto com este mundo diferente que nós, espectadores, somos também transportados para o mundo de Cidade dos Ossos. A história é rica em pormenores que não vou revelar porque senão perderia toda a piada. Repleta de acção e com uma pitada de romance, é com certeza um filme que vai encantar os amantes de fantasia. Acreditem que é uma história que acho que vale a pena ver.
Apesar de saber que iriam mudar muitas coisas, houve partes que não gostei. Nomeadamente eles revelarem uma informação que só se tem a certeza no terceiro livro da série a meio do filme. Não gostei que a acção final tivesse sido toda concentrada no Instituto apesar de eu saber que isso tornou tudo mais prático para os nossos personagens. Senti falta da transformação de Simon num rato. Foi um dos momentos mais hilariantes do livro e foi simplesmente substituído por um rapto. A sério? No me gusta! E eles a mostrarem que o Simon foi mordido? Isso só acontece no segundo livro! Tal como a criação de runas pela parte da Clary que também só é referenciada no segundo livro. Será que isto quer dizer que eles não vão dar continuidade às adaptações cinematográficas? Sinto pena mas acho que é mesmo isso que isto significa.
Não deixem, contudo, de ler o livro. Porque nenhuma adaptação cinematográfica irá alguma vez ser tão intensa e especial como o livro! Então, peguem neste livro, leiam e depois vão ver o filme, tal como eu fiz. É muito melhor ver o filme pensando como este personifica o livro do que como simplesmente um filme. Dá-lhe um toque mágico e especial. É um filme interessante, cheio de acção e romance que com certeza a maioria dos fãs de filmes como Jogos da Fome, Harry Potter ou Percy Jackson vão gostar.
Encantamentos, de Kathryn Harrison, é baseado em factos reais
A 18 de outubro, a Porto Editora publica Encantamentos, da americana Kathryn Harrison, um livro sobre a vida da filha de Rasputine, inspirado em factos reais e agraciado pela crítica. Recomendado por escritores como Peter Carey e Jennifer Egan, Encantamentos é um romance histórico que conduz o leitor aos tempos tumultuosos da Rússia pré-revolucionária até à queda do czar e da dinastia dos Romanov. De acordo com o New York Times Book Review, Encantamentos é «um livro esplêndido e surpreendente. Kathryn Harrison deu-nos uma personagem perene: a última figura romântica da era dos Romanov, uma rapariga domadora de circo, que em tempos conheceu intimamente um império moribundo».
SINOPSE
No primeiro dia de 1917, ano de todas as mudanças na Rússia, o corpo de Rasputine é resgatado das águas geladas do Neva, em São Petersburgo. Horas mais tarde, as duas filhas do Monge Louco são levadas para o palácio e acolhidas pela família imperial, pois a czarina espera que Masha, a mais velha, consiga salvar o filho Alyosha, o enfermiço herdeiro do trono. Masha não tem o misticismo magnético do pai, mas descobre o dom encantatório das suas histórias. E é com elas que, sempre entre a vida e a morte, os dois adolescentes conhecerão o amor e um país imenso, a Rússia, que Alyosha nunca chegará a governar. Inspirando-se na vida aventureira da filha de Rasputine, Xerazade russa que viria a ser domadora de leões na América, Kathryn Harrison retrata uma era em que a História se impacienta e o mundo mudaria, com a Revolução Bolchevique e o fim da lendária dinastia dos Romanov.
O mês de Setembro foi um mês em que me contive nas compras tendo no final das contas apenas adquirido um novo residente para a minha pequena (mas grande) biblioteca. Felizmente foi um livro que ansiava por comprar (e que estou a ler actualmente), portanto foi uma boa aposta, com certeza. Sem mais demoras, o novo residente é:
Insurgente de Veronica Roth (Porto Editora) A ler
A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.
A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.
Saga da Humanoinsurreição - A Metamorfose de Lucy e o Fruto Proíbido
Autor: Lúcia Vaz Gomes
Editora: Chiado Editora
Rating no Goodreads(Geral): 2,00 estrelas
Meu Rating no Goodreads: 2 estrelas
Sinopse: A SAGA DA HUMANOINSURREIÇÃO é uma história de ficção científica sobre a invasão do planeta terrestre corrompido e decadente com uma reviravolta surpreendente: a protagonista humana torna-se a chave para a salvação da raça dos seres invasores. Ao se aperceber que a resposta para todo o mistério do ataque dos alienígenas reside na sua própria existência, soma-se à luta pela sobrevivência humana um perigo acrescido temperado com muito suspense.
Agora, o futuro do planeta terrestre e dos seus nativos depende de uma longa e árdua luta e Lucy não só terá de enfrentar os seus demónios interiores como também se lhe irá impor a difícil tarefa de decifrar os segredos ancestrais dos invasores.
O resultado é uma leitura de tirar o fôlego numa aventura repleta de desafio, raiva, angústia e incerteza onde a ansiedade assombra cada momento e os laços humanos assumem um lugar de destaque.
Opinião: Para começar eu nunca fui grande fã de ficção cientifica em livros, apesar de ter pedido este livro à editora para revisão crítica. O livro começou por ser estranho e difícil de percepcionar por ser uma realidade tão alternativa à qual estou habituada. Tudo sobre a invasão e o rapto dos humanos me parecia estranho. Ainda mais as experiências que eles andavam a fazer com as mulheres e que, consequentemente, as acabavam por matar. A única sobrevivente, apesar de muito debilitada foi Lucy, a nossa protagonista. Desde o momento em que aparece uma árvore falante que oferece um fruto que curará Lucy que o livro se tornou ainda mais estranho. A nossa Lucy ganha características especiais tais como asas que a tornam a possível salvadora do mundo. A história vai basicamente desenvolvendo-se com uma série de acontecimentos nos quais Lucy tem grande importância sendo o objectivo da missão preservar a vida humana e destruir os invasores, de novo a reinar a paz.
Não foi um livro que me tivesse cativado muito, talvez por ser mais fã de romance. Todas as invenções da autora me pareceram tanto quanto irreais o que me levou a questionar muito o livro. Não digo que não seja do agrado de quem adora ficção científica mas para mim foi, basicamente, estranho. Gostei do romance que foi introduzido no livro e na verdade fez-me lembrar um casal de outro livro: Saba e Jack de ''Estrada Vermelha, Estrada de Sangue'' (mais sobre ele aqui), talvez por se situar num universo apocalíptico, não sei! A verdade é que me fez lembrar ligeiramente! A Lucy em si, com o toque de guerreira é também parecida com Saba.
O livro em termos de escrita está bem conseguido, sendo relativamente fácil de ler e não cansando o leitor. Com muita pena minha não faz o meu gênero e por isso dei-lhe a classificação que dei. Mas acredito que quem goste de ler sobre ficção científica com certeza vai achar este livro interessante em vários sentidos...
Há um ano uma menina que gostava de ler teve a brilhante ideia de fazer um blog. Desde esse dia este pequeno cantinho evoluiu como eu nunca poderia imaginar que evoluiria. Obrigada a todos os que contribuíram para que a vontade de publicar não se desvanecesse. Obrigada por todas as visitas e por todos os comentários. Obrigada pelo carinho e pelo companheirismo de todos os meus seguidores. Espero que este ano se transforme em muitos mais porque acreditem que o Visão Periférica veio para ficar. Confesso que quando comecei o blog tive medo de, como tantos outros projectos que já tentei iniciar, perder o interesse! Felizmente tal não aconteceu e cá estou eu a festejar o primeiro aniversário do ainda bebé Visão Periférica! (:
Para comemorar desafio aos meus seguidores a responderem-me a três perguntas:
O que mais gostaram no blog?
O que acham que faltou?
O que menos gostaram?
Estou tão orgulhosa que nem sei que vais vos diga *-*
Adoro-vos e espero que continuem a fazer-me uma blogger feliz!